terça-feira, 18 de setembro de 2012

Portugal Não é Fado!




Os mais puristas que me desculpem mas não me revejo, nem nunca me revi no Fado. Reconheço a qualidade do género, a herança do património mas excepto algumas honrosas excepções experimentalistas, casos do Pedro Joia e do António Zambujo, sinceramente é algo com o qual não me identifico.

O Fado é tristeza, fatalismo, nostalgia (a tão apregoada “saudade”). Os mais conservadores dirão que estarei a ser redutor. Aceito mas na sua essência o Fado é isto.

Não tenho paciência para o choro, a depressão, o fatalismo. Se enquanto género musical poderá ter o seu encanto, não quero certamente que seja a atitude / o espírito que representa a nossa sociedade, o nosso País.

Não gosto de derrotas no último segundo, da bola que bate na barra e não entra, das vitórias morais. Não gosto do termo azar mas acima de tudo não gosto de ver um país triste, resignado, derrotado! 

Chega de ouvir "é a vidinha" ou "podia ser pior" ou ainda "é o que tem de ser". Basta de esperar pela chegada d'el Rey Dom Sebastião, do milagre que nos salvará a todos.

Estou farto da apatia, da resignação, do conformismo (não falo somente de manifestações de descontentamento como a do passado dia 15. A mudança começa desde logo na alteração dos  comportamentos e atitudes de cada um perante o quotidiano).

Uni-vos, levantai-vos e faremos de Portugal um país que honre o seu passado mas acima de tudo um país que seja o símbolo de um brilhante Futuro!

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